Livro O movimento modernista e outras prosas afins | Mário de Andrade

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Em 1942, por ocasião dos 20 anos da Semana de Arte Moderna, Mário de Andrade foi convidado a palestrar no Rio de Janeiro para fazer uma avaliação crítica do modernismo. Aquela conferência deu origem ao livro publicado em 1942 pela Casa do Estudante e que ganhou o nome de “O Movimento Modernista”. Agora, a Editora Madamu, em coedição com a Casa Mário de Andrade, Poiésis e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de S. Paulo relançam a obra, acompanhada de outros escritos que contextualizam as reflexões andradianas.

Este volume reúne a edição fac-similar da icônica conferência O movimento modernista, de 1942, seguida de sua transcrição atualizada. Compila, também, os ensaios “A poesia em 1930”, publicado em 1931 e “Noção de responsabilidade”, do livro O empalhador de passarinho (1946). Inclui ainda uma rara entrevista de Mário à revista carioca Diretrizes, concedida pouco antes de sua morte, em que o poeta faz um balanço de sua geração, num momento de oscilações ideológicas motivadas pelo curso da Segunda Guerra Mundial. Por fim, apresenta um ensaio de autoria da pesquisadora e professora Gênese Andrade, que traz um poema inédito, originalmente criado para integrar Pauliceia desvairada, de 1922.

Na conferência que fez em 1942, Mário de Andrade faz um balanço geral dos eventos da Semana de 22, refletindo sobre a questão do protagonismo paulista à frente do Modernismo brasileiro. Além disso, da reflexão sociológica, Mário de Andrade passa a uma rememoração de sua conturbada relação familiar, que o fez desejar “jogar uma bomba no mundo”, na fatídica noite em que se pôs a escrever versos febris que culminariam em Pauliceia desvairada, seu primeiro livro de poemas modernos, como o próprio o define. A partir daí, segue relacionando fatos que antecederam a Semana e outros que se seguiram a ela, veladamente ressentindo seus desdobramentos e algumas atitudes de amigos e colegas. Uma narrativa analítica e nostálgica até a metade, e, apesar de esclarecedora, melancólica da segunda metade até seu final.

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Título: O movimento modernista e outras prosas afins
Edição: 1a.
Ano: 2022
Autor: Mário de Andrade
Organização e seleção: Donny Correia
Ensaio: Gênese Andrade
Páginas: 224
Formato: 16 x 23 cm
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-65-86224-30-6

SOBRE O AUTOR
Considerado por muitos o mais proeminente escritor entre os fundadores do Modernismo brasileiro, Mário Raul de Morais Andrade nasceu na cidade de São Paulo, em 9 de outubro de 1893, e faleceu em 25 de fevereiro de 1945, vítima de ataque cardíaco, na sua residência da rua Lopes Chaves, onde hoje funciona o museu Casa Mário de Andrade.

“Eu sou trezentos, sou trezentos e cincoenta”, afirmou Mário (em poema de Remate de males, livro publicado em 1930); de fato, ele seria especialmente múltiplo em suas ações, estudos e interesses. Desde cedo interessou-se pela música, vindo a matricular-se, em 1911, no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, onde se diplomaria em piano (em 1917) e viria a desempenhar o cargo de professor titular de História da Música e Estética Musical. Também se tornaria professor particular de piano, ofício que colaborou com seu sustento por muitos anos.

A I Guerra Mundial (1914-1918) foi a motivação para seu livro de estreia, Há uma gota de sangue em cada poema, publicado sob o pseudônimo de Mário Sobral em 1917, ano em que conheceu a pintora Anita Malfatti e o escritor Oswald de Andrade. Em 1919, fez a sua primeira viagem a Minas Gerais, a fim de visitar, na cidade de Mariana, o poeta simbolista Alphonsus de Guimaraens (1870-1921), autor pelo qual nutria admiração.

Foi em 1921 que se mudou para a rua Lopes Chaves, quando sua mãe, já viúva, adquiriu três imóveis contíguos ali situados: o primeiro seria destinado à sua própria residência, juntamente com sua irmã Francisca e a sobrinha Maria de Lourdes; o segundo, ao filho Carlos; e o terceiro, a Mário – este, no entanto, permaneceria morando com a mãe até sua morte.

Em 1922, enquanto preparava seu livro de poemas Pauliceia desvairada (cujo primeiro poema, “Inspiração”, se abre com o verso “São Paulo! comoção de minha vida...”), participou ativamente da Semana de Arte Moderna, que, realizada nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro no Theatro Municipal de São Paulo, é hoje considerada o evento seminal da arte e da literatura modernas no país. Nesse ano escreveria também o livro Losango cáqui (“Sensações, ideias, alucinações, brincadeiras, liricamente anotadas”), publicado em 1926.

Ao longo da década de 1920, Mário viajou pelo Brasil, atento a aspectos de nossa cultura: em 1924 – ano no qual se iniciaria o período de seu nacionalismo –, visita as cidades históricas de Minas Gerais, juntamente com Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Olívia Guedes Penteado e o poeta franco-suíço Blaise Cendrars, entre outros.

Em 1927 publica o livro Clã do jabuti (que inclui os famosos poemas “O poeta come amendoim” e “Carnaval carioca”) e o romance Amar, verbo intransitivo (considerado original pela técnica narrativa e pela concepção do tema). Nesse ano, visita a região amazônica a convite de Olívia Guedes Penteado, viagem que lhe proporcionaria informações importantes para a concepção do romance que seria apontado como sua obra-prima: Macunaíma – o herói sem nenhum caráter, publicado em 1928, quando viaja ao Nordeste e avança em seus estudos sobre cultura popular. De suas viagens resultariam o livro de relatos O turista aprendiz, publicado 31 anos após sua morte, em 1976, com organização de Telê Ancona Lopes.

A trajetória de Mário de Andrade na década de 1930 é marcada por sua nomeação, em 1935, como diretor do então recém-criado Departamento de Cultura da Prefeitura Municipal de São Paulo, sendo responsável pela implantação dos parques infantis. Permaneceria no cargo até 1938, ano em que organizou a Missão de Pesquisas Folclóricas, realizada no Norte e no Nordeste do país, com o objetivo de registrar manifestações culturais dessas regiões. Deve-se a Mário, também, a lei que organizou o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), para o qual efetivou o tombamento dos monumentos históricos paulistas, em 1936.

Após se desligar do Departamento, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde dirigiria o Instituto de Artes da Universidade Federal do Distrito Federal, retornando a São Paulo em 1941.

Em 1942, quando a Semana de Arte Moderna completava 20 anos, proferiu, no Rio de Janeiro, a conferência “O movimento modernista”, na qual faz uma avaliação crítica do modernismo; o texto, que motiva a presente edição, seria publicado em livro no mesmo ano.

Além dos já mencionados, são de autoria de Mário de Andrade os livros Belazarte (contos, 1935), Poesias (1941), O empalhador de passarinho (ensaios, 1944) e os publicados postumamente Lira paulistana (1946) e Contos novos (1947), entre outros.

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